༺ Isabella Martins ༻
Ver o corpo de Diogo completamente sem vida e horrível e olhar para as minhas mãos cheias de sangue, sabendo que sou a culpada por tirar sua vida. Mas não havia outra saída, ele não estava mais em si, de certa forma a loucura já tinha o consumido.
Valentina anda até mim, me abraçando, e confessa, tentando me tirar do choque em que me encontro.
— Ficará tudo bem! Não se culpe, você agiu certo, ele iria nos matar se não fizéssemos isso; talvez fôssemos nós que estivéssemos no lugar dele. Sou tão culpada quanto você…
— Eu não queria ter feito isso! Mas você sabe que não havia outro jeito. — Ela limpa as lágrimas e comenta, olhando para o corpo de Diogo.
— Sei de tudo isso! Mas agora estamos livres desse maldito para sempre, e parece que do cão de guarda também, olha, está sem vida. Agora só precisamos seguir adiante.
— Você tem razão! Preciso ver como estão os outros…
Levanto-me, indo na direção da sala, vendo o investigador jogado no corredor, segurando