As mãos dele nunca a deixaram. Uma agarrou a cintura dela, guiando o ritmo. A outra subiu para se enroscar no cabelo dela, puxando gentilmente enquanto ela cavalgava nele, seus seios roçando o peito dele a cada investida.
As bocas deles se encontraram — quente, molhada, desesperada. Não apenas beijando, mas consumindo. A língua dele acompanhava o ritmo de suas investidas, implacável, exigente, até ela se afastar com um gemido.
— Roman...
— Me diz.
— Estou perto.
— Então goza. Porra, goza, B