As mãos de Niko seguravam as coxas dela, mantendo-a firme enquanto a língua fazia maravilhas. Quando deslizou um dedo dentro dela, curvando-o para atingir aquele ponto que a fez ver estrelas, Amelia gritou, além de se importar com quem poderia ouvir.
— Isso — ele a encorajou, olhando para ela com tanto calor nos olhos que quase a desfez. — Deixa ir, Amelia.
A boca voltou à tarefa, a língua circulando enquanto o dedo continuava o movimento suave. A sensação dupla era demais — Amelia se despedaç