Samanta
O sinal da faculdade ecoou pelo corredor, mas eu mal conseguia processar a lógica que o professor tentara explicar durante as últimas duas horas. Minha mente era um código corrompido, repetindo incessantemente a mensagem de Lorenzo no meu celular. A sensação de vazio sob a saia era um lembrete físico e constante de que o quadragésimo andar não tinha sido um sonho, mas uma demolição controlada de todas as minhas barreiras.
— Amiga, se você não fechar essa boca, vai entrar um bug de siste