A centenas de quilômetros da Fazenda Santa Aurora, existia um mundo que parecia obedecer a regras completamente diferentes.
Enquanto o silêncio havia se tornado um morador permanente da casa grande dos Alvarenga, a cidade despertava todas as manhãs tomada pelo ruído dos motores, pelos semáforos congestionados e pela pressa de milhares de pessoas que caminhavam pelas calçadas sem sequer erguer os olhos para quem passava ao lado.
O cheiro de café recém-passado escapava das cafeterias espalhadas