A segunda-feira amanheceu envolta por uma névoa fina que cobria os pastos da Fazenda Santa Aurora como um véu esbranquiçado.
O frio das primeiras horas fazia os peões caminharem com as mãos enfiadas nos bolsos das jaquetas grossas, enquanto o cheiro da lenha queimando escapava da cozinha e anunciava mais um dia de trabalho.
A rotina voltou ao seu ritmo habitual.
Depois do café da manhã, Clara seguiu para a pequena escola da comunidade acompanhada pelo motorista da fazenda.
Horácio e Ruan já e