Capítulo 5

Rick

Finalmente chegou o dia da inauguração. Não queria parecer muito ansioso, mas eu estava. Desde a hora que acordei, aqueles olhos castanho e castos não saía da minha memória. Cheguei primeiro na boate, vi ela ganhar vida, tudo tinha que estar perfeito. Após observar atentamente o óculos encher rapidamente, então eles entram.

Sophia.

Ela está deslumbrante. Vestido vermelho escuro, justo na cintura, decote discreto mas que destaca os seios cheios, saia com fenda lateral que mostra a coxa a cada passo. Salto alto preto, cabelo castanho solto em ondas suaves, batom vermelho que eu vejo mesmo daqui de cima. Ao lado dela, o marido, o marido, loiro, olhos azuis, corpo de quem malha regularmente. Ele usa camisa social preta, calça social cinza escura, sem gravata. Eles param na entrada, olhando ao redor como se tivessem entrado em outro planeta. Sophia aperta a mão dele com força. Dá pra ver a ansiedade dela de longe: ombros tensos, respiração acelerada, olhos arregalados percorrendo o salão.

Eu sorrio sozinho. Ela veio. Eles vieram.

Eles pegam as máscaras na bandeja que uma hostess oferece. Sophia hesita, olha para Alex. Ele balança a cabeça devagar, diz algo no ouvido dela. Eles colocam as máscaras e, de repente, parecem um pouco mais à vontade. Como se o anonimato parcial desse permissão para serem outras pessoas por uma noite.

The Eclipse estava no auge da luxúria e prazer. Luzes douradas e vermelhas pulsavam no teto alto, projetando sombras sensuais nas paredes de veludo preto. O ar estava carregado de perfume caro, incenso de sândalo e o cheiro sutil de desejo antecipado.

Era a noite de inauguração oficial, não uma simples festa, mas um evento que eu tinha planejado por meses. O maior clube de swing de luxo da cidade, com salas privativas, áreas abertas, quartos temáticos e uma política rigorosa de consentimento e discrição.

E eu, como um dos sócios e principal atração, iria dançar.

Não era uma dança qualquer. Era o espetáculo de abertura. O momento em que eu mostraria ao mundo, e especialmente a duas pessoas específicas quem eu era quando me entregava completamente.

O salão principal estava lotado. Homens e mulheres elegantes, alguns de máscara, outros de rosto descoberto, circulavam entre os sofás de couro, as alcovas com cortinas semiabertas e o bar de mármore preto. No centro, um palco circular elevado esperava por mim.

Eu vou para os bastidores, coração acelerado, corpo já untado com óleo para brilhar sob as luzes. Calça de couro preta justa, sem camisa, novas tatuagens destacadas no peito e braços. Cabelo solto, ondulado caindo nos ombros. Máscara preta veneziana cobrindo a metade superior do rosto.

Eu sabia que eles estavam lá.

Sophia e o marido.

Tinha visto eles se sentarem um pouco afastados do palco. Eu tinha confirmado pessoalmente. E agora, enquanto a música de abertura começava, grave, lenta, sensual, eu subi ao palco.

As luzes se concentraram em mim, a plateia silenciou por um segundo, depois explodiu em aplausos e sussurros excitados.

Eu comecei a dançar. Não era o show provocador de sempre. Era algo mais profundo, mais cru. Meus movimentos eram fluidos, poderosos, quase rituais. O quadril girava em círculos lentos, como se eu estivesse fazendo amor com o ar. Mãos deslizavam pelo peito, unhas arranhando de leve a pele, descendo até a barra da calça. Eu abria as pernas, rebolava baixo, subia devagar, o corpo ondulando como uma serpente.

Meus olhos vasculharam a multidão até encontrá-los. Sophia e Alex estavam na área VIP, sentados em um sofá semicircular. Eles observavam quietos, mas observavam.

Eu dancei para eles, cada rebolada, cada toque no meu próprio corpo, cada olhar demorado era direcionado a eles. Desci do palco devagar, caminhando entre os convidados, mas sempre voltando para o sofá deles. Minhas mãos descendo pela calça, abrindo o zíper lentamente, revelando a cueca boxer preta justa, o volume era evidente.

Sophia apertou as coxas. Alex engoliu em seco, maxilar travado. Eu sorri por trás da máscara.

Voltei ao palco para o clímax. Tirei a calça devagar, ficando apenas de cueca. O corpo brilhava de suor e óleo, depois me virei de frente, mão dentro da cueca, masturbando-me por cima do tecido enquanto olhava diretamente para eles.

A plateia gritava, mas eu só via Sophia mordendo o lábio e Alex a olhando enquanto ela me media de cima abaixo. Então ele a puxou para um beijo quente.

Quando a música terminou, eu saí do palco sem acenar, corpo suado, pau ainda semi-duro marcando a cueca. Fui para o camarim, mas não fiquei lá, eu precisava falar com eles.

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