A luz da manhã filtrava-se pelas cortinas pesadas, dançando suave sobre os lençóis amassados e meu corpo ainda aquecido pelo sono. Pisquei lentamente, sentindo o peso da noite anterior desfazer-se como névoa. Meus braços se esticaram até o lado vazio da cama, encontrando apenas o calor remanescente do corpo de Caelum.
Ele não estava ali.
Sentei-me devagar, o lençol deslizando pela minha pele, deixando à mostra a curva dos meus ombros nus. O silêncio na mansão era tranquilo, mas meu coração a