Na manhã de segunda-feira, Daniel estacionou seu sedã de luxo em frente à mansão D’Avila, exibindo um semblante de pura satisfação. Ele havia insistido em deixar Luana em casa após a noite que passaram juntos, fazendo questão de ser visto pela criadagem e por quem mais estivesse de pé. Para ele, aquele era o marco de seu território.
— Tenha um bom dia, meu amor — Daniel despediu-se com um sorriso presunçoso, depositando um beijo suave na boca de Luana antes de ela acionar o elevador hidráulico