O silêncio na mansão era quebrado apenas pelo som abafado dos carros que cortavam a avenida ao longe. Luana estava sentada em sua cadeira de rodas no jardim, observando os passarinhos brincando entre as árvores, inevitavelmente lembrando-se da calmaria do sítio, com o celular repousando sobre o colo.
A porta que dava acesso ao jardim foi empurrada de leve e Victória se aproximou segurando dois copos de suco. Ao notar a expressão melancólica de Luana, a morena hesitou por um segundo, mas deci