Minha irmã me encarava nitidamente desconfiada, e para piorar a situação gaguejei como se realmente estivesse fazendo algo errado.
— Eu? É… Ontem à noite ele se embriagou e ainda está passando mal, mal consegue sair da cama — expliquei como convinha, ciente de que ela já vinha nos observando. — Vim pegar água para que ele tome o remédio.
— Entendi…
— Por favor, vigie a Lulu para mim, já eu volto.
— Tudo bem.
Subi rapidamente com o copo de água; no entanto, Leon já até havia engolido o comprimid