— Saiam, me deixem passar! — a voz de Erick ecoou com uma autoridade cirúrgica, rasgando o pânico que paralisava a margem do Rio.
Ele jogou-se de joelhos no capim úmido ao lado de Miguel, empurrando as próprias mãos contra o esterno de Luana. Seus dedos rapidamente buscaram o pulso carotídeo, que estava fraco, quase imperceptível. O tom arroxeado começava a marcar os lábios da irmã.
Sem vacilar, Erick iniciou o protocolo de reanimação cardiopulmonar, seguidas por duas insuflações de resgate op