Capítulo Dezenove

Quando Alve entrou no quarto, encontrou-me sentado na cama. Seu rosto estava lívido. O hino da Colmeia tocava na sala, indicando que o pronunciamento acabava. Limpei as bochechas e me coloquei de pé.

— Ele me disse o que você pretende fazer — falou.

— Está aqui para me impedir também?

Soltou o ar pelos lábios frouxos, num gesto teatral.

— Como se alguma vez eu tivesse tido algum sucesso nisso…

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