Não dá pra negar: eu tava maravilhada com aquele futuro. Tudo ali parecia saído direto de filme de ficção científica. As janelas não tinham cortinas, tinham comandos. A comida saía de uma máquina como mágica. E até a privada dava bom dia. Literalmente.
Mas, mesmo com todo esse brilho, eu me pegava o tempo todo pensando neles. Nos meus fazendeiros.
O jeito debochado do Teófilo, o silêncio protetor do Isidóro, o carinho doce do Bento... Meus pensamentos sempre voltavam pros três. Pro cheiro da