Mundo ficciónIniciar sesión...
Eu tava ali, nu como um passarinho no ninho, a pele ainda tremendo do primeiro round, quando meu primo, sentado na poltrona com um copo de whisky na mão, sorriu daquele jeito maroto. Ele tomou um gole, botou mais, e esticou o copo pra mim. — Bebe, primo... vai te deixar mais solto. Aceitei, sentindo o líquido queimando na garganta, enquanto a moça — ainda pelada, os peito redondos balançando — ficou de pé do meu lado, esperando. O quarto tava quente, o ar pesado com o cheiro de suor, tabaco e sexo. Meu primo deu mais um gole, limpou a boca com o dorso da mão e apontou pra cama. — Deita na beirada, com as perna pra fora. Eu obedeci, deitando de costas, as perna abertas, o pau já duro de novo só de ver aquela mulher me encarando com olho de fome. Meu coração batia que nem o martelo do ferreiro na bigorna. — Vem cá, morena... senta nele de novo. Ela não hesitou. Montou em mim, devagar, sentando bem no meio das minhas coxa, esfregando a boceta molhada no meu pau antes de encaixar. — Ai, Jesus... — gemi. Ela afundou, e eu senti aquela quentura deliciosa me engolindo de novo. Começou a cavalgar, lenta no começo, depois mais forte, os peito pulando, o gemido saindo entre os dente dela. Foi quando vi a mão do meu primo no ombro dela. Ele tava em pé agora, atrás da moça, a outra mão agarrando a cintura dela com força. De repente, ouvi um grunhido baixo, animal, e o corpo dela estremeceu. — Onde se tá entrando, primo? — perguntei, confuso, sentindo algo diferente, uma pressão estranha. Ele riu, os dente brancos no meio do escuro. — Na bunda, primo... tô comendo o cuzinho dela. Agora mexe você também, no mesmo ritmo que eu, aí embaixo. Caralho! Se fazia pelo cu também? Nunca tinha imaginado. Mas só de pensar, senti um fogo ainda maior no sangue. Ela tava gemendo mais alto agora, os músculo tudo apertado, e eu, sem perder tempo, comecei a empurrar pra cima, metendo com força enquanto ela rebolava com eu e meu primo dentro. Era uma loucura — ela no meu pau, ele no cu dela, os três suados, ofegantes, o quarto só o barulho de carne batendo, gemido e o rangido da cama. A moça tava perdida no meio, os olho fechado, a boca aberta num gemido rouco. — Vai... vai... não para... — ela gemeu, e eu senti o meu primo acelerando, as coxa dele batendo nas nádega dela com um som úmido. Foi demais pra aguentar. Num rompante, eu enterrei tudo nela e gozei, jorrando duas vezes dentro, o corpo todo convulsionando de prazer. Meu primo não durou muito mais — ele deu um último empurrão, soltou um rosnado e saiu do cu dela de repente, pulando na cama. Antes que a moça pudesse reagir, ele agarrou a cabeça dela e enfia o pau na boca dela, metendo fundo na garganta. Ela engasgou, os olho cheio d’água, mas ele segurou firme, gozando direto dentro, a porra escorrendo pelos cantos da boca dela. Quando ele tirou, um fio de baba e sêmen caiu no meu peito, quente. A moça tossiu, engoliu, e depois caiu de lado na cama, ofegante, os peito subindo e descendo rápido. Meu primo deitou do outro lado, rindo, e acendeu outro cigarro. — Agora, primo... agora você sabe como é que se come uma mulher de verdade. E eu, lá, com o corpo mole e a cabeça leve, só consegui sorrir. Puta que pariu... que noite. --- Saí das lembranças como quem desperta de um sonho bom. O cheiro daquela mulher do litoral ainda parecia grudado na memória, mas foi a visão daquela manhã que me arrepiou de verdade. Tava tudo calmo no caminho de volta pra casa, o sol ainda espreguiçava por trás das árvores quando avistamos ela. Uma moça. Nua. Não era visão comum, não senhor. A gente até parou os cavalos. Primeiro por susto... depois por encantamento. A mulher era linda de fazer o tempo parar. Dava vontade de ajoelhar no barro e agradecer a Deus por ter olhos naquele instante. Não tinha vergonha. Nenhuma. Ficava ali, com o corpo exposto como se fosse coisa natural — e talvez fosse mesmo, porque nada nela parecia sujo ou feio. Era como ver uma pintura viva, daquelas que os artistas só sonham em fazer. Diferente da mulher do litoral, essa não tinha nem um pelinho pra contar história. A pele dela era lisa como sabão de coco, branquinha feito leite recém-tirado, o cabelo dourado caía até quase a cintura. Os olhos... ah, os olhos. Claros, danados, com um brilho travesso que mais provocava que pedia ajuda. Meu pau endureceu na hora. Juro por tudo que é sagrado. Só de olhar, fiquei pulsando lá embaixo, como se meu corpo reconhecesse nela uma coisa que o mundo ainda não tinha me dado. A bunda dela era farta, empinada, parecia esculpida à mão. Os seios, redondos, perfeitos. E entre as pernas... uma visão que me secou a garganta. A buceta dela era lisinha, molhada da neblina da manhã ou daquilo que eu nem ouso pensar. Aquilo ali, meu Deus... aquilo era o paraíso. E não era só eu, não. Vi meus irmãos também. Tentavam disfarçar, botavam a mão na frente da calça, mudavam de posição no arreio. Mas o desejo deles era igual ao meu. Tava estampado no rosto, na respiração, no jeito de morder o lábio. Ela sabia. Sabia e não se incomodava. Olhava pra mim, depois pro Bento, como quem mede homem com os olhos e escolhe qual vai provar primeiro. Mas não tinha medo, nem vergonha. Tinha... diversão. Ela sorria. De leve. Como quem sabe o poder que tem e gosta de usá-lo. Seguimos viagem. Meu irmão mais velho tirou a camisa e cobriu ela, mas só por cima. A parte de baixo continuava à mostra, as pernas longas e nuas, a pele arrepiada com o friozinho da manhã, o monte entre as coxas visível de relance quando o pano abria com o balanço do passo. Eu ia logo atrás, e por mais que tentasse, não conseguia olhar pra outro lugar. A mulher olhava entre nós como se já fosse dona daquele caminho, daquele dia... e, talvez, dos nossos pensamentos. Eu não sabia quem ela era, nem de onde vinha. Mas uma coisa era certa: depois dela, nenhum de nós ia ser o mesmo.






