Declaração, parte dois.
Chegamos ao shopping, e no instante em que abro a porta do carro sinto a brisa fria do ar-condicionado central vindo da entrada. Antes mesmo de ajeitar a bolsa no ombro, Ana me agarra, rindo alto e me abraçando com a mesma energia de sempre. Essa menininha é um furacão — penso — sempre cheia de vida. Tony dá um sorriso meio cansado, mas carinhoso, e seguimos todos juntos. As meninas andam na frente dos meninos; logo atrás vêm Theo, Tony, Henry e Artur, como uma pequena escolta. Gosto dessa sensa