Esperamos, tentando normalizar nossas respirações. Mas ninguém apareceu. Ou melhor, Heitor e Babi sequer saíram do quarto.
Levantei, aturdida:
- Vou voltar para o meu quarto.
- Mas... A gente mal começou.
- Theo, não quero ser flagrada por nossos pais deste jeito, em hipótese alguma.
- Eu também não. – Theo admitiu.
Fui até ele, observando seu rosto iluminado pelas cores da tela da TV. Abaixei-me e lhe dei um beijo breve, sentindo seus lábios macios. Depois toquei a ponta do seu nariz com o meu