O som das algemas ecoava pelo quarto, com o movimento das minhas mãos tentando tocá-lo, sem sucesso.
- Me avise se estiver doendo seus braços – Pediu, preocupado.
- Não dói... – Tranquilizei-o, ainda tentando me desvencilhar, de forma involuntária.
Theo me fodeu com a língua até que eu gozasse. Depois levantou o rosto na minha direção, puxando meus lábios com os dentes, fazendo-me sentir seu gosto de leve. Tentei beijá-lo, mas ele afastou-se, sorrindo de forma provocante.
- Quando me soltar daq