- Bebê? – Gritei, em pânico, mas ele não dava nenhum sinal.
O coraçãozinho batia acelerado. A respiração começava a ficar ainda mais ofegante. E as pálpebras se fecharam por completo.
Saí correndo pelo corredor estreito, passando pela sala, abrindo a porta, sem tempo sequer de fechá-la. Corri pela rua e olhei a casa de Daltro ao final da rua. Já havia anoitecido. Certamente ele já tinha voltado da Delegacia.
Segui com a criança nua nos braços, não conseguindo conter o choro, até chegar na resid