— Nada... — Tentei retirar a mão dele, furiosa.
Theo tentou me abraçar, mas eu o afastava com veemência.
— Posso lhe dar um doce — brincou.
— Eu não sou mais criança. Não me comprará com doces...
Lutamos por um tempo, eu tentando afastá-lo e ele insistindo em me tocar. Quando finalmente desisti, Theo secou minhas lágrimas e disse:
— Se usasse as minhas maquiagens, não ficaria borrada quando chorasse.
— Eu só uso Giordano — falei, amargamente.
— Por isso está com o rímel escorrendo pelas bochech