Theo me trouxe o “misturado da Lua”, a bebida que eu havia criado e que além de mim, ninguém mais gostava. Tomei um copo, dois, três, quatro e no quinto mal sustentava o peso do meu corpo.
— Vamos dançar, Theozinho.
— Você bebeu demais, Maria Lua! — Ouvi a voz dele, me segurando, enquanto eu tentava fazê-lo movimentar-se ao som da música eletrônica.
— Você não sabe dançar... — gritei. — E duvido que saiba foder — sussurrei no ouvido dele.
— Eu não preciso ouvir isto. — Ele tentou sair, mas fiqu