Antes de eu entrar para a sala de cirurgia, Theo pegou minha mão. Eu já estava na maca, preparada e acompanhada das enfermeiras.
- Não está nervosa? – Seus dedos alisaram os meus.
- Não! Estou feliz. – Sorri, sentindo uma tranquilidade inexplicável.
- Sabe que quando ele souber a verdade, quererá comer seu rim. – Riu.
- Mas não poderá fazer isso, ou ficarei sem nenhum. – Entrei na brincadeira.
Theo abaixou o rosto e deu um beijo nos meus lábios:
- Não me afastarei daqui um minuto. E meu pensame