Eu nunca poderia imaginar que Rebecca não só não me expulsaria de casa, mas também insistiria para que eu ficasse para o café da manhã.
Fiquei radiante com a ideia.
Pelo visto, ela não me odiava tanto assim.
Rapidamente me sentei à mesa.
Rebecca, com o rosto levemente corado, me lançou um olhar severo:
— Vai lavar o rosto primeiro!
— Tá, tá bom, já vou!
Como um menino obediente, corri para o banheiro para me arrumar.
Enquanto me afastava, Rebecca, sem perceber, esboçou um leve sorriso. Ela