— Lídia.
Quando ouvi a voz dela do outro lado da porta, finalmente abri. A mulher estava vestindo um vestido amarelo bem discreto, mas, com aquela beleza, ela ficava deslumbrante de qualquer jeito.
Afastei-me para deixá-la entrar:
— Entre.
Ela entrou no quarto com passos firmes, os saltos altos ecoando no piso do hotel. Assim que ela passou, eu a abracei por trás, decidido a ir direto ao ponto.
— Espera! — Disse ela.
— O que foi?
— Já fizemos isso tantas vezes, mas eu ainda nem sei como você é.