Eu já tinha bebido tanto que mal conseguia contar quantas latas tinha tomado. A cada gole, parecia que meu cérebro ia ficando mais enevoado. Entre um gole e outro, perguntei:
— Qual é o seu nome de verdade?
— Eu já te disse, me chamo Lídia.
— Ah, para de mentir. Eu já ouvi as pessoas te chamando de Dra. Vanessa. Você não se chama Lídia coisa nenhuma.
Ela deu um sorriso meio torto, claramente embriagada, e respondeu:
— Tá bom, você venceu. Não, eu não me chamo Lídia… É verdade. Meu nome é Vanessa