Lorena
Cheguei em casa e tudo estava silencioso demais. Aquele tipo de silêncio que machuca, que faz o peito doer porque revela a falta de alguém. Ele não estava lá. Não tinha bilhete, não tinha mensagem, nada que indicasse onde tinha ido ou se voltaria cedo.
Tomei banho devagar, na esperança de ouvir a porta se abrir, algum sinal de que ele tinha lembrado de mim, mas… nada. O silêncio continuava consumindo o apartamento, enchendo cada canto de uma sensação estranha, quase sufocante.
Vesti um p