A chave girou na fechadura pouco depois das oito da manhã.
— Sarah?
Nenhuma resposta. Peter entrou carregando uma sacola de café e algumas caixas de donuts.
— Espero que você esteja viva porque eu trouxe açúcar. E exijo detalhes.
Ele fechou a porta e franziu a testa.
O visor do celular continuava limpo, nenhuma notificação dela mandando ele parar de ser dramático.
Foi quando a encontrou, largada na cama, com o mesmo vestido da noite anterior amassado contra o corpo.
Os sapatos estavam jogados p