Capítulo 33: A Fragilidade do Aço (Miguel)
O metal do fuzil ainda estava quente quando atravessei as portas automáticas da UPA. O cheiro de pólvora que grudava na minha pele era um contraste violento com o odor asséptico de álcool e éter da unidade de saúde. Meus homens — MT, Puto e os outros — formaram uma barreira humana do lado de fora. Eles sabiam o que fazer. Ninguém passava. Ninguém respirava sem minha autorização.
Eu era o "Pai", o carrasco que acabou de colocar um Coronel para correr. M