Luna abriu os olhos lentamente, como se cada movimento das pálpebras precisasse negociar com a dor de cabeça dilacerante que a atravessava, uma pressão intensa que parecia concentrar-se atrás dos olhos e se espalhar pelo crânio inteiro, pulsando.
Por alguns segundos, ela permaneceu imóvel, respirando superficialmente, tentando entender por que o corpo parecia pesado e não respondia aos comandos do cérebro, como se tivesse vontade própria.
A percepção seguinte veio aos poucos. Quando ela tentou