Ísis
— Henrique!
Tentei correr na direção da mureta, desesperada, mas não consegui. Heitor agarrou meu braço com tanta força que senti a dor irradiar até o ombro.
— Me solta!
— Acabou! Ele morreu! Foi melhor assim.
— Não!... Não! Eu preciso ver. O Henrique não pode ter morrido. Me solta!
Tentei me desvencilhar do aperto dele. Empurrei seu peito e arranhei seus braços, o que fez com que ele me segurasse com mais brutalidade.
— Chega dessa palhaçada! Agora somos só eu e você.
— Você é um monstro!