Kayla
O meu coração parecia uma escola de samba fora de compasso dentro do peito. Assim que passei pela porta do toalete, desabei com as duas mãos apoiadas no mármore do balcão do lavatório. Olhei para o espelho e soltei o ar, trêmula. Abri a torneira e passei um pouco de água fria no pescoço e nos pulsos, tentando desesperadamente aplacar o fogo que parecia queimar a minha pele.
Minha noite, que já tinha começado péssima com a aparição do Carlos, agora estava infinitamente pior.
Por que