Ah, o domingo... Um dia em que, em teoria, poderíamos dormir até mais tarde e aproveitar o silêncio na casa. Aaah, quem me dera!
Acordo com a sinfonia do choro de Luana Maria misturado com o de Benjamim, como se eles estivessem ensaiando para uma orquestra matinal. Passos ligeiros ecoam pelo piso de madeira no corredor, e sem nem precisar olhar, já sei que são os meninos correndo para descer e brincar lá fora.
Por um breve momento, penso em como seria se eu fosse filha única. O silêncio, a paz..