O Santuário dos Vampiros nunca fora um lugar para mortais. Era um templo enterrado nas entranhas da noite, feito de pedra negra, corredores longos e paredes marcadas por eras de sangue. Ali, o ar não era apenas pesado, ele parecia respirar.
Sabine sentiu isso assim que atravessou os portões.
O coração batia rápido.
Os olhos percorriam o salão com cautela.
Vampiros da classe baixa circulavam pelo santuário como chacais à margem de um banquete.
Havia corpos humanos largados nos cantos, alguns ain