Suspeita
Peter dirigia em silêncio, os dedos tamborilando no volante. Elvira, no banco ao lado, observava pela janela, os olhos vermelhos. Ela sentia. O cheiro de sangue ainda impregnava o vento, fresco, pulsante, e havia algo mais... algo que nem ela reconhecia.
“ Você está sentindo também, não é?” perguntou Peter, sem olhar para ela.
“ Sim.” respondeu Elvira, a voz baixa, quase um sussurro. “Mas não é apenas uma criatura. Há... uma colônia inteira se movendo por baixo da floresta.”
Peter ape