Revelações do passado
O quarto estava mergulhado em penumbra, iluminado apenas pelo reflexo bruxuleante de uma lamparina. O cheiro de sangue seco e ervas queimadas impregnava o ar. Sabine abriu os olhos devagar, a respiração pesada, e percebeu duas figuras próximas.
Tony, encostado na parede, braços cruzados, a observava em silêncio. Seus olhos escuros eram um abismo indecifrável. Já Andrey, sentado na beira da cama, a fitava com atenção, como quem mede cada detalhe.
“ Finalmente acordou…” mur