Profano
As cortinas balançava, como se o próprio inferno soprasse o vento. O lençol escorregou pelas pernas de Elena, revelando a pele úmida e quente do banho, a curva do quadril, o ventre já marcado pela gravidez e a beleza feroz da mulher que ela se tornara.
Rocco estava sentado à beira da cama, ainda nu, mas com o porte de um rei maldito. Os olhos verdes ardiam como brasas antigas, cravados nela como lâminas que não cortavam carne, mas alma.
“ Você me olha como se eu fosse pecado” ela provo