Encerramos o expediente na sexta e fomos para minha casa, comemos o lanche que minha mãe preparou para gente e ficamos conversando.
— Como está tudo com Duran, Estela?
— Mesma coisa, mas decidi que vou colocar um ponto final. Tantos anos perdidos da minha vida, quero alguém que eu possa sair, me divertir, como você e as meninas fazem, não viver escondida. Quero ter minha família também, acho que meu relógio materno está batendo de certa forma. — Da um sorrisinho amarelo