Saímos da sala e fomos em direção à enfermaria improvisada naquele andar. O cheiro de antisséptico era forte, contrastando com o usual aroma de madeira e requinte que impregnava o resto do lugar.
Quando entramos, Martín estava sentado na beirada da cama, parecendo bem melhor do que o dia anterior em que o vi. Seus olhos brilhavam com um misto de gratidão e apreensão.
— Martín, como está se sentindo? — Perguntei, parando a uma distância respeitosa.
— Melhor, graças a vocês. — Ele respondeu, leva