Rosalyne
Cesare deu uma risada baixa enquanto eu escolhia e quando eu peguei o que seria perfeito para o seu cabelo, me aproximei cemicerrando os olhos.
— O que foi? — tombei a cabeça.
— Apenas me lembrei da minha irmã, Isabella. Ela sempre reclama do meu shampoo. — ele balançou a cabeça. — Você fez a mesma careta que ela faz.
— Ela tem bom gosto. — coloquei a mão na cintura e o provoquei.
— Eu não tenho? — ele arqueou a sobrancelha e me lançou um olhar desafiador.
— Para shampoo, não mesmo.