Olhando para ela ali, desarmada, naquela suíte de hotel, tive a certeza mais absoluta de toda a minha vida.
— Casa comigo.
soltei, a voz ainda ofegante, cortando o silêncio pós sexo.
Ela abriu os olhos devagar, as pupilas ainda dilatadas, tentando retornar à sanidade e processar o som das minhas palavras.
Olhei no fundo dos olhos negros dela.
— Casa comigo, Nayla. Me deixa te fazer minha esposa, minha mulher.
Ela subiu as mãos lentamente até o meu rosto, passando as unhas por minh