AIDEN
O convés de teca do iate está quente sob os meus joelhos, mas nada se compara ao incêndio que corre por baixo da minha pele.
O sol começando a lamber o horizonte, mas meu mundo se resume ao corpo dela esticado abaixo do meu.
A devoro com os olhos, com as mãos, com cada centímetro de mim.
Minha mão desce pesada, possessiva, e aperta a carne da sua coxa, sentindo a firmeza e o calor que me engole.
Entro nela com um movimento lento, profundo, sentindo cada fibra do meu ser se fundir