Diana Rodrigues
"Sim, sou eu." - Parei por um minuto e fiz a pergunta: "Ele está vivo?"
"Ele está vivo, mas precisa de cuidados urgentes."
"Já chamamos a ambulância, moça. Está vindo." - Uma mulher segura meu ombro e me olha com pena.
Me ajoelhei ao lado do corpo caído no chão. Eu sabia que isso ia acontecer. E temo pela vida de Alex. O medo me consumiu naquele momento, saber das burradas dele e que elas estão nos levando junto. O buraco que ele cavou a cada dia que passa tem mais terra sobre n