A tarde seguia tranquila e cheia de afeto quando, de repente, ouvimos passos firmes no corredor. Não precisei nem levantar os olhos para saber quem era. Minha mãe entrou na sala com aquele ar determinado e acolhedor de sempre, carregando um pano de prato nos ombros e um sorriso no rosto.
— Olha só quem apareceu por aqui! — exclamou, abrindo os braços ao ver Rafaela.
Rafa se levantou do tapete, onde ajudava Nandinho a colorir, e correu para abraçá-la com carinho.
— Tia Fátima! Que saudade!
— Vem