No dia seguinte, acordamos no chão, com uma baita dor de cabeça. Assim que nós três levantamos, minha mãe entregou para nós xícaras.
— Tomem isso, está bem forte e vai curar a ressaca. — Minha mãe sorriu para nós. — O que eu faço com vocês, minhas crianças na sarjeta?
— Só nos abraça, tia. — Bea disse, e minha mãe nos deu um abraço coletivo.
Meu irmão surgiu na minha casa, viu aquela cena e ficou nos encarando.
— O que houve com esses três?
— Estão sofrendo por amor... ou falta dele.
— Então vo