Entrei no hospital com Charlie nos meus braços.
Toda vez que eu a olhava, eu sentia meu peito se apertar. Ver aquela pequena criança daquela forma; abatida, quase sem cor e com a pele quente, me fez sentir impotente.
“Eu sou uma péssima mãe”. – Pensei enquanto a prendia contra o meu corpo.
Assim que caminhei pelo longo corredor, seguindo para a pediatria, uma enfermeira me olhou com um semblante assustado.
—Por favor, me ajude! Ela está queimando em febre! – Falei vendo-a se apressar e tirar