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Entramos em um quarto de hotel, que parecia um tanto familiar.
Eu estava assustada; não estava bêbada, a realidade ficava ainda mais dura dentro da minha mente.
Respirei fundo o vendo tirar o terno e em seguida a camisa.
Aquele dragão na lateral da cintura dele era um perigo. Tão convidativo!
Respirei fundo me virando, ficando de costas para ele.
—Ellie! – Chamou David, me estendendo uma toalha. —Se seque.
—Por que estamos aqui? – Perguntei me virando para o olhar.
Ele soltou um riso.
—Pa