Tudo era escuro, confuso.
O barulho insistente de um monitor, me despertou.
Abri meus olhos lentamente, tentando me lembrar de onde eu estava e então, senti um peso na minha mão.
Assim que me virei para olhar, vi David adormecido, com a cabeça apoiada na maca onde eu estava deitada.
Não precisei fazer muito; mexi minha mão de leve já o ouvindo puxar o ar entre os dentes, despertando.
—Como está se sentindo? – Perguntou ele, me olhando com preocupação.
—Minha cabeça dói. Ainda sinto náuseas e o