Dois dias se passaram e eu voltei a minha rotina normal.
Assim que entrei pela recepção, percebi olhares discretos se voltando para mim.
Era como se todos soubessem o que havia acontecido, mas ninguém tivesse coragem de perguntar.
Respirei fundo e segui até o elevador, instintivamente, como fazia todos os dias, mas antes que as portas se fechassem, Maria gritou pelo corredor.
—Ellie! – Disse ela, correndo até mim, colocando a mão na porta a impedindo de se fechar. —Aonde está indo? A sua sala f