Achei aquilo muito estranho.
Olhei para os lados para ver se havia indícios de alguém ali. Havia apenas o técnico da cctv, arrumando as câmeras do corredor.
—Oi, senhor...
—Carlson! – Disse ele, se virando para me olhar. —Em que posso ajudá-la, senhorita?
—Você viu se passou alguém por aqui a cerca de uns dez minutos? – Perguntei o vendo me olhar com as sobrancelhas vincadas.
—Não. Eu estou aqui a esse tempo e não havia ninguém aqui. – Disse ele, me deixando desconfortável.
—Como faço para ver as imagens das câmeras?
—Ah, de hoje não será possível. Eu estou fazendo a manutenção nesse andar. Sinto muito. – Disse ele, descendo das escadas e recolhendo a maleta, saindo em seguida.
Respirei fundo encarando a câmera e então, ouvi o som do elevador trás de mim, me fazendo gelar.
O sino tocou avisando que ele parou no andar e de repente a voz grave soou atrás de mim.
—Carter? Por que está parada aqui? – Perguntou David.
Me virei para o olhar, soltando um respiro longo.
—Você sabia que as câm