Achei aquilo muito estranho.
Olhei para os lados para ver se havia indícios de alguém ali. Havia apenas o técnico da cctv, arrumando as câmeras do corredor.
—Oi, senhor...
—Carlson! – Disse ele, se virando para me olhar. —Em que posso ajudá-la, senhorita?
—Você viu se passou alguém por aqui a cerca de uns dez minutos? – Perguntei o vendo me olhar com as sobrancelhas vincadas.
—Não. Eu estou aqui a esse tempo e não havia ninguém aqui. – Disse ele, me deixando desconfortável.
—Como faço para ver