2. Desejo

POV do Scott

Finalmente, terminei o trabalho. Agora posso ir à festa — minha festa de aniversário. Cheguei a Houston ontem a trabalho. Minha empresa é sediada principalmente em Londres, mas temos uma filial em Houston. Embora eu viaje com frequência para equilibrar os negócios em ambos os locais, fazia muito tempo que eu não vinha para cá. Meus amigos e funcionários organizaram uma festa de aniversário, bem, também uma festa de boas-vindas; não que eu me importe com essas coisas.

— Sr. Blackwell, os Evanston estão solicitando uma reunião urgente com o senhor...

— Hoje não. — Saí andando. Minha assistente sabe exatamente o que fazer, não preciso soletrar as palavras.

Fui direto para a minha cobertura, tomei um banho e me vesti. Haverá pessoas importantes presentes, parceiros de negócios, família e alguns amigos. Falando em amigos, o Jack Garcia, meu parceiro, faz tempo que não o vejo, e a filha dele, Eliana... A última vez que a vi, ela estava bem crescidinha, uma garotinha linda — e travessa.

Entrei no meu SUV e fui para o local. Meu telefone tocou, era o Jack. Falando no diabo e ele aparece. — E aí, cara? Cheguei aqui direto de uma reunião, cara, estou na sua festa há uns dez minutos e ainda nem sinal de você. Não me diga que você ainda não chegou.

— Desculpe, parceiro, estou a caminho.

— Deixe-me adivinhar, você estava ocupado demais com alguma mulher que esqueceu a própria festa?

— Sério, Jack? Estarei aí em cinco minutos. — Sorri com o palpite dele. Devo admitir que sinto falta dos dias em que o prazer vinha em primeiro lugar, quando eu vivia de forma selvagem e despreocupada, mas agora, o trabalho vem primeiro. Ainda não me importo com o amor, mas me importo com tudo o que me dá dinheiro. Não significa que parei de transar, eu nunca conseguiria parar de foder.

A riqueza vem com benefícios, muitos e muitos benefícios, bocetas dispostas, mais do que eu jamais poderia foder. Mas eu tenho padrões, nem toda boceta disposta é comida. Depois de todo esse estresse, uma mulher disposta na minha cama seria ótimo.

Cheguei ao local e entrei, correndo os olhos pelo salão, procurando pelo meu amigo.

— Scott!

— Jack! — Nós nos abraçamos, dando tapinhas nas costas um do outro como os irmãos fazem.

— É muito bom te ver de novo, Scott. Faz séculos.

— É verdade. Como você está, sua irmã... sua garotinha.

Jack riu alto. — Estamos todos bem, cara. Só não deixe aquela jovem ouvir você chamá-la assim. Ela reclama comigo sempre que a chamo de pequena. A verdade é que ela não é mais pequena, minha garotinha cresceu e se tornou uma jovem mulher.

— Feroz como o pai, estou vendo. Então, onde ela está?

— Recebi uma mensagem da minha irmã dizendo que a Eliana não ia poder vir.

— Por quê? Trabalhos da faculdade?

— Não, problemas de estômago. A Sandra vai embora em uma hora para garantir que a Eli esteja bem.

— Mande um abraço para ela por mim. Vou visitá-los neste fim de semana, de qualquer forma.

— Com certeza. Estarei te esperando.

Me virei para pegar uma taça com um garçom e vislumbrei uma mulher. Por que ela estava usando uma máscara? — Cacete! Quem é aquela gostosa, Jack?

— Não sei, ela está usando uma máscara, como você pode ver.

— Estou vendo, e estou vendo muito mais do que uma máscara. — Ela é tão gostosa, peitos perfeitos expostos pelo vestido que os empurrava para cima, quadris lindos, coxas grossas, eu já conseguia me imaginar entre aquelas coxas. Talvez seja porque não transo a semana toda, minhas pernas se moveram por conta própria.

— Onde diabos você vai, seu gigolô? — Não posso negar o quão engraçado aquilo soou.

— Pegar algo muito bom para mim. — Quando me virei, vi meu sobrinho idiota — filho de um primo — conversando com ela. Honestamente, ele era bom demais nessa coisa de playboy, mas eu não ia deixar ele ficar com essa, ela é minha esta noite.

— Acredito que a senhorita não está interessada em nada do que você... — Sem dar a ele um segundo olhar, afastei a mulher de perto dele. O perfume dela... tão divino. Ela parecia um pouco reservada. Gosto disso, mulheres assim costumam ser selvagens e desibidas na cama. Eu amo uma vadia louca na cama.

— Já nos conhecemos antes?

— Sim.

— Onde? — perguntei curioso. Ela seria uma das mulheres com quem tive um caso no passado?

— Em um leilão. Minha família não está presente esta noite, estou aqui em nome deles.

De alguma forma, consegui convencê-la a me acompanhar até a sala VIP. Ela se recusou a me dizer seu nome ou a tirar a máscara.

A ideia de foder uma mulher de máscara era excitante. — Quantos anos você tem? — Houve uma breve pausa antes de ela responder.

— Tenho vinte e dois. — Vinte e dois? Tenho quase vinte anos a mais que ela... Por que eu me importo? Ela também quer isso, certo?

— Tire a roupa. — Ordenei a ela. No minuto em que os peitos dela ficaram expostos, aproximei-me para senti-los em minhas mãos. Eram tão macios, perfeitos para apertar. Ela não usava calcinha por baixo do vestido. Meu pau endureceu ainda mais. Beijei-a com força, molhado e quente. Deslizando meus dedos para dentro da sua boceta, murmurei: — Você está tão molhada, amor, tão apertada.

Coloquei-a na cama, tirei minhas roupas e me juntei a ela, deixando-a sentir um pouco do peso do meu corpo. — Vou te foder tão gostoso.

— Sim! Eu quero isso, por favor...

— Diga "sim, papai". — Ordenei a ela. Um segundo atrás, eu estava considerando terminar com isso, mas agora, acho que uma pequena aventura com uma jovem seria excitante, afinal. "Papai..."

— Sim, papai! Quero que você me foda bem gostoso. — A maneira como ela me chamou de papai e como declarou o que queria fez meu pau pulsar. Ela moveu os quadris, fazendo meu pau e a boceta dela se tocarem. Talvez seja porque eu não fodia há um tempo, mas aquilo foi tão bom que estremeci de prazer.

Deslizei um dedo nela, depois outro, bombeando em um ritmo rápido enquanto circulava o clitóris dela com o polegar, chupava seu mamilo e agarrava o outro peito enquanto ela gemia loucamente. Mal posso esperar, ela está molhada para caralho, está pronta.

Rapidamente me posicionei entre as pernas dela e me meti nela com uma estocada forte. Ela soltou um grito, não de prazer, mas de dor. Aquele grito... Será que ela era virgem? De jeito nenhum, nos dias de hoje, virgem aos vinte e dois? Com certeza não.

Talvez eu tenha sido bruto demais. Ela parecia tão apertada, provavelmente não fazia sexo há muito tempo.

— Eu te machuquei?

— Não, não, papai — ela disse enquanto acariciava meu corpo com os dedos.

— Me fode, por favor, papai, por favor — ela sussurrou enquanto movia os quadris, levando meu pau mais fundo para dentro da sua boceta. Ela não precisou pedir, porque tenho toda a intenção de foder essa bocetinha deliciosa.

— Você é apertada para caralho. Vou foder essa bocetinha perfeita a noite toda. — Tracei beijos do pescoço dela até o peito, aqueles peitos fartos e perfeitos, beijando, chupando e apertando enquanto ela gemia. Me afastei um pouco dela, mas nossos corpos ainda estavam conectados enquanto eu a fodia, ajoelhado ereto. Socando mais rápido e mais forte. Massageei o clitóris dela com o polegar e a boceta agarrou meu pau com muita força. Foi preciso muito controle para não gozar dentro daquela boceta apertada.

Os gemidos dela ficavam cada vez mais altos à medida que minhas estocadas se tornavam mais fortes e rápidas. Eu conseguia sentir o corpo dela tremer, o ritmo da respiração dela mudou, eu sabia que ela estava perto.

— Isso, amor, goza para o papai.

Sob comando, o corpo dela estremeceu com uma intensidade absurda enquanto ela gozava forte, com os olhos revirando. Ela soltou um grito alto enquanto empinava os quadris em convulsão, fazendo com que um prazer intenso explodisse dentro de mim. Ela ficou mole — fraca e exausta da intensidade do próprio gozo enquanto eu continuava a socar. Não parei de meter nem por um segundo. Segurei os quadris dela no lugar e continuei a foder, quem diria que uma boceta jovem seria tão gostosa?

A descarga de prazer em minhas veias me alertou. Eu estava perto. Comecei a foder sem precisão, cada estocada mais poderosa que a anterior enquanto eu corria para chegar ao clímax. Massageei seu clitóris já sensível.

— Goza mais uma vez para o papai. — Num instante ela se contorceu, tremendo com a intensidade do seu gozo. Eu me juntei a ela. Gemendo e urrando na minha liberação.

Assim que recuperei o controle sobre o meu corpo, arranquei a máscara dela. Eu queria ver o rosto da mulher com quem tive uma transa maravilhosa.

A reação dela foi estranha, mas, porra, ela era linda, um pouco jovem para uma garota de vinte e dois anos. Aqueles lábios, aqueles olhos — parecem familiares. Posso ter esquecido a ocasião em que nos conhecemos, mas daqueles olhos, eu me lembro.

— O que você acha de ser exclusivamente minha até eu voltar para Londres? — Ela ergueu a sobrancelha como se não conseguisse compreender o que eu tinha dito. — Você será muito bem compensada. Eu posso foder essa boceta — só eu, até eu ir embora. — Ela continuou sem dizer nada. — Diga o seu preço.

— Vou pensar. — Ela parecia incerta. Ela pode não aceitar — azar o dela — o meu também. — Preciso ir agora.

Sério? Meu pedido a assustou? Não vejo nada de assustador em foder por uma semana e ser paga por isso.

— Vou pedir para alguém te levar.

— Não! Não precisa. Eu... eu vim de carro, então... — Ela respondeu enquanto vestia o vestido de volta. Sorri quando ela fez uma careta ao se sentar para calçar os sapatos. Deixei aquela boceta dolorida e devidamente fodida.

— Tudo bem. Aqui está o meu cartão. Esteja no meu escritório amanhã às 12 horas.

— Claro. — Num instante, ela saiu do quarto, correndo como se houvesse alguém atrás da vida dela.

Me vesti, passei os dedos pelo cabelo para colocá-lo em ordem e fui até a cama para pegar a máscara da garota. Tinha um cheiro bom, exatamente como ela. Notei uma mancha na cama... sangue. Eu fui bruto demais, afinal? Por que ela não me pediu para parar?

Continue lendo este livro gratuitamente
Digitalize o código para baixar o App
Explore e leia boas novelas gratuitamente
Acesso gratuito a um vasto número de boas novelas no aplicativo BueNovela. Baixe os livros que você gosta e leia em qualquer lugar e a qualquer hora.
Leia livros gratuitamente no aplicativo
Digitalize o código para ler no App